As Religiões tradicionais dos Povos Hostis envolvem ensinamentos, práticas e rituais que fazem a estrutura de suas sociedades nativas, refletindo concepções locais de Deus e do cosmos. Mesmo dentro de uma mesma comunidade, pode haver pequenas diferenças de percepção do sobrenatural. São crenças que não foram significativamente alteradas mesmo após a inserção destas raças na era da navegação espacial. Estas crenças são definidas em grande parte por linhagens raciais como a órquica.
Os Povos Hostis são, em sua maioria, politeístas, isto é, acreditavam em mais de um Deus, e algumas divindades são elementos naturais com a água, a terra, o fogo, o vento e nebulosas e corpos celestes. A divindade também é atribuída às coisas que lhes causam medo.
Uma das características das crenças da maioria das raças hostis é sua predicação por sacrifícios. Algumas raças realizam sacrifícios em grande escala; algumas centenas em um dia só não é incomum. As vítimas são freqüentemente decapitadas ou esfoladas, e corações arrancados de vítimas vivas.
Segundo o mito orc – a mais conhecida raça hostil - no princípio, tudo era negro e morto. Os deuses se reuniram para discutir a quem caberia a missão de criar o mundo, tarefa que exigia que um deles teria que se jogar dentro de uma fogueira. O selecionado para esse sacrifício foi o deus da guerra Tecatl que se lança sem vacilar à fogueira, convertendo-se no universo.
Ainda assim, o universo continuava inerte e é era indispensável alimentá-lo para que se movesse. Então outros deuses decidiram sacrificar-se e dar a "água preciosa", necessária para criar o sangue necessário ao movimento do universo e para a criação das coisas vivas. Por isso os orcs são obrigados a recriar eternamente o sacrifício divino original.
Entre os desta raça os sacrifícios são conduzidos do alto de altas pirâmides construídas em seus mundos destroçados e o sangue escorre pelos degraus. Apesar da economia dos clãs orcs estar baseada principalmente no saque, eles acreditam que o bom termo de uma pilhagem depende da provisão regular do sangue dos sacrifícios. Por esse motivo durante as incursões orquicas sempre há guerreiros de posse de armas atordoantes cujo único objetivo é a captura de vitimas para seus sacrifícios rituais.
Cabe o adendo de que os Povos Hostis não praticam sacrifícios humanos por serem maus, mas sim porque acreditam que seus deuses gostam destes sacrifícios. No entanto estas práticas sacrificais é uma das principais causas destes povos se manterem a margem da outras civilizações galácticas.
Elfos e triceras preferem mantê-los afastados. Os anões, e basteth se aproximam somente daqueles cujas praticas xamanicas se assemelham as suas. Os goblins mantém relações com seus primos hobgoblins, que praticam uma versão mais rude e antiga da Snathana, cujos sacrifícios de seres racionais são esporádicos e desestimulados pelos goblins.
Missionários humanos tentam levar a fé cristã até estes povos, mas tirando a conversão de alguns indivíduos estas tentativas têm sido praticamente nulas. A única exceção é o clã orc Haradrim, do Sistema Estelar de Antioquia, que abraçou o cristianismo ainda durante o exodo humano.
Pronto! Essa foi para atender pedidos. Espero que tenham gostado e que estas informações sejam úteis em suas crônicas.
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