- A Fé dos Anões
A religião anã é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas pelos mundos anões da galáxia, sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra, pois não há nenhuma reivindicação de escrituras que foram inspiradas por algum ser divino.
Transmitidas de forma oral elas fazem referência a práticas médicas, mágicas, religiosas e filosóficas, envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e espíritos de seres míticos, de animais, mortos etc... A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
A religião anã é uma coleção de crenças e histórias compartilhadas pelos mundos anões da galáxia, sendo que sua estrutura não designa uma religião no sentido comum da palavra, pois não há nenhuma reivindicação de escrituras que foram inspiradas por algum ser divino.
Transmitidas de forma oral elas fazem referência a práticas médicas, mágicas, religiosas e filosóficas, envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e espíritos de seres míticos, de animais, mortos etc... A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
Em muitos casos tais rituais foram descritos como uma feitiçaria realizada para “ferver” certos objetos imputados de poderes mágicos, sendo basicamente utilizado como um rito adivinhatório ou para assassinato, ou ainda, relacionado a três ações básicas: prever o futuro, aprisionar, trazer boa sorte / desgraças ou matar. Trata-se de um ritual mágico de tipo divinatório e profético, com conotações xamanistas e revelada aos anões pelos próprios Deuses. É um tipo de magia extática com transe, êxtase do celebrante e cantos da assembléia, geralmente realizada durante a noite e praticada sobre uma plataforma chamada de assento para encantamento. A sua realização é conectada com sons mágicos ou encantamentos, e a melodia é considerada bonita para os ouvidos.
Também compreende fórmulas mágicas para chamar tempestades e todos os tipos de bênçãos e injúrias, metamorfoses e predições de eventos futuros. Os rituais são antes de tudo uma forma de extensão do espírito e de suas faculdades, simbolizando o modelo vertical de universo – conforme concebido pela cosmologia anã. O xamã anão deve descer ao mundo dos mortos para relatar os ensinamentos que buscam os vivos.
Apesar de parecer que um certo tipo do sacerdócio possa ter existido, nunca houve um caráter profissional e semi-hereditário como o arquétipo do sacerdócio vaniyar. O sacerdócio na religião anã é exercido tanto por homens quanto por mulheres, com uma nítida especialização feminina.
Os mundos anõess raramente ou quase nunca tem templos em um sentido moderno. O Blotar, a forma de adoração praticada pelos anões se assemelha aos dos elfos, ocorrendo normalmente em cavernas e bosques considerados sagrados. Podem também ocorrer em casas e/ou em altares simples de pedras empilhadas conhecidas como horgr. Entretanto mundos como Dorkink e Baldarr possuem complexos de templos de tamanho considerável.
Por suas raízes xamanicas e sincrética, a religião anã é a que mais se aproxima da praticada por povos ditos primitivos e/ou subdesenvolvidos, assim como as antigas religiões praticadas por humanos e elfos. Esse caráter torna complicado traçar o grau de influencia desta fé sobre outros povos e até mesmo a influencia destas sobre a mesma.
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