terça-feira, 27 de outubro de 2009

Manual Revisado

Saudações,

Acabei de upar o manual Intertella 3D&T AlPHa revisado. Sintam-se a vontade para baixá-lo!

sábado, 24 de outubro de 2009

RAÇAS, DENOMINAÇÕES E FC

Aqueles que acompanham a evolução de Interstella RPG desde o principio sabem que nunca vi necessidade de criar nomes próprios para as raças do cenário. O uso dos nomes das raças fantásticas era algo prático e conveniente. Amplamente conhecidas e descritas as raças fantásticas permitiriam a rápida identificação por parte do jogador e facilidade para o mestre inserir antagonistas e aliados.

Mas desde o lançamento de Interstella o uso das raças fantásticas causou estranhamento entre os jogadores, estranhamento que logo se transformou em rejeição por parte de alguns.

Diversos jogadores e amigos vieram a mim sugerindo, pelo menos, a mudança dos nomes das raças. Sempre descartei tais idéias, afinal, pra mim, não fazia sentido chamar elfos de vulcanos ou ahb.

Sempre pensei que uma história bem contada seria uma boa história mesmo que fosse ambientada no Japão Feudal ou no Velho Oeste americano. Cenário e/ou ambientação eram apenas convenções necessárias. Um acidente no desenvolvimento da história”.

Mas as pessoas são conservadoras, pelo menos em áreas onde deveriam estar abertas a novos conceitos e possibilidades como os imaginários mundos dos jogos de interpretação.

O fato é que o tempo passou e a percepção de que muitos rejeitavam o cenário, e acabavam influenciando outros, apenas porque humanos se chamavam humanos e elfos se chamavam elfos, me fez reconsiderar minha posição. E achando presunçosamente que tenho um bom cenário em mãos acatarei, mesmo que tardiamente, a sugestão de amigos e jogadores e as raças de Interstella serão renomeadas.

Está na Wikipedia:

“A classificação de um efeito como "fantástico" ou "ciência-ficcional" é uma questão de convenção. Hiperespaço, máquinas do tempo e cientistas são convenções da ficção científica; tapetes voadores, amuletos mágicos e magos são alegorias da fantasia. Este é um acidente do desenvolvimento histórico do gênero. Em alguns casos, eles se sobrepõe: teleporte por um raio transmissor de matéria é ficção científica, teleporte por encantamento é fantasia. Um dispositivo portátil de camuflagem que conceda invisibilidade é ficção científica; um Anel do Poder que conceda invisibilidade é fantasia.”

Talvez o autor do texto também devesse acrescentar: “Fale de vulcanos e será Ficção Cientifica. Fale de elfos e será Fantasia”.

RAÇAS DE JOGADORES

NOME – ORIGEM
Terrestre – Terra
Vadari – Vadar
Sindar – Sin
Golin – Gol
Basteth – Bá
Amarna – Tel-el-Amarna
Tricera – Desconhecido

POVOS HOSTIS: Gorian, Darak, Ulai.

Nos próximos dias iniciarei a revisão do material já publicado e a cada substituição do material antigo pelo revisado eu aviso.

É isso.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ponte de Comando

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tripulantes de Astronave

A tripulação inclui as seguintes posições: comandante, timoneiro, astronavegador, radialista, radarista, médico de bordo, oficial de segurança, oficial cientifico, engenheiro e artilheiro. Em naves menores, cada tripulante é responsável por diversas posições: naves maiores têm vários tripulantes para cada posição.
Além dos oficiais comandantes, praticamente qualquer tipo de profissional pode ser útil a bordo de uma nave estelar — de mecânicos a historiadores, de cirurgiões a artistas. Dessa maneira, quase não há limites para os tipos de personagens que podem tripular uma nave estelar.

As vantagens sugeridas são Arena (astronave) e a especialização Sobrevivência –Espaço. Especializações da Perícia Máquinas, também são úteis.



Os vários tipos de personagens que podem aparecer numa campanha de Interstella são limitados apenas pelas peculariedades do cenário e pela imaginação do jogador. Começarei a apresentar alguns tipos de personagens, considerados os mais comuns. Não são “Kits de personagem” ou coisa parecida, são apenas sugestões de estereótipos que se encaixam no cenário. Você não é obrigado a adotar nenhum deles, e é livre para criar qualquer conceito diferente.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Breve História do Tempo

- Os Senhores da Galáxia.

A história da Via Láctea é dominada pelo ciclo de ascensão e destruição cataclísmica de impérios estelares. Dentre todos os impérios que já surgiram na galáxia nenhum foi mais poderoso do que o Império Neherenia.
Vindos das profundezas do espaço os neherenia passavam por uma revolução tecnológica crescente. Seu autocontrole e capacidade intelectual eram superiores a de qualquer raça nativa. Sua crença em um destino sempre crescente era motivo mais do que suficiente para iniciarem a expansão de seu império submetendo centenas de raças – entre elas a raça humana.

- A Humanidade Submetida

Submetida ao controle neherenia quando dava os primeiros passos além de seu mundo natal a humanidade sentia todo o peso de seu domínio.
Para estes seres amorais não havia raça preferida e nem mesmo compaixão. Seu etnocentrismo aguçado era motivo suficiente para determinar o destino de qualquer raça que desejassem.
Povo aguerrido e orgulhoso os humanos jamais aceitaram a dominação extraterrestre. Diversas rebeliões e revoltas eclodiram no Sistema Solar. Tais revoltas eram violentamente reprimidas. Mas, a brutalidade dos dominadores não defeneceu o espírito humano e os levantes tornaram-se mais freqüentes.

- A Expansão Humana

Como punição pela sua impertinência a humanidade foi expulsa de seu mundo natal, com ordens de jamais se aproximarem de sua estrela natal.
Lançados ao vazio espacial em precárias frotas de refugiados e impedidos, pelos elfos, de irem para os braços internos da galáxia os homens se espalharam pelos braços exteriores. Foram tempos difíceis em que as jovens colônias humanas tiveram que lidar com saqueadores espaciais, mundos, climas e doenças desconhecidas.
Os séculos se passaram, a localização da Terra se perdeu nas brumas do tempo, e para as novas gerações a diáspora começa a se tornar um fato histórico distante. As antigas colônias se tornaram o centro de verdadeiros impérios espaciais que impõe a influencia humana numa vasta região da galáxia que passou a ser conhecida como Dispersão.

- A Queda de Um Império

Então, por algum motivo desconhecido, o impossível aconteceu. Após séculos, ou milênios, de crescimento o império neherenia entrou num rápido processo de autodestruição com diversas facções se digladiando numa violenta guerra civil. Suas batalhas devastavam mundos exterminavam raças e explodiam estrelas. Iludidas por promessas de liberdade e poder as raças nativas lançavam-se em lutas fratricidas que levariam a galáxia à destruição.
Tão misteriosamente como havia começado a guerra acabou. De repente todo e qualquer contato com os neherenia foi interrompido. Era como se, de uma hora para a outra, eles tivessem abandonado a galáxia.

- Tempos Atuais

Uma geração já se passou desde o sumiço dos neherenia e a situação na Dispersão é bastante complexa. Existe um equilíbrio multipolar em que os mundos humanos tentam ganhar espaço e principalmente recursos para poderem se desenvolver.
A exploração do espaço interno da Dispersão não foi completada e muitas estrelas não foram sequer visitadas. Enquanto muitos se preparam para a guerra poucos vislumbram a verdadeira prioridade que é a de colonização e travar relações comerciais.



quarta-feira, 20 de maio de 2009

Crônicas da Dispersão

Yoh!


Anuncio lançamento de Interstella - Crônicas da Dispersão, que traz quatro contos ambientados no universo de Interstella RPG. São eles:


- O Repórter e a Caça-Prêmios.

JM, um repórter auto-exilado encontra Silvana, uma caça-prêmios em busca de seu passado.


- Resgate do Hárem Espacial.

Uma basteth e um humano decididos a resgatar sua amiga elfa do harém de um déspota planetário.


- A Vingadora que Nasceu Hoje.

Um naufrágo espacial, uma menina campesina, e uma tragédia que mudará suas vidas para sempre.


- A Donzela e o Condenado.

Uma fuga da prisão e uma garota desaparecida são as oportunidadesde um condenado conseguir sua liberdade.


Enjoy! e não deixem de comentar.

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Fé dos Povos Hostis

As Religiões tradicionais dos Povos Hostis envolvem ensinamentos, práticas e rituais que fazem a estrutura de suas sociedades nativas, refletindo concepções locais de Deus e do cosmos. Mesmo dentro de uma mesma comunidade, pode haver pequenas diferenças de percepção do sobrenatural. São crenças que não foram significativamente alteradas mesmo após a inserção destas raças na era da navegação espacial. Estas crenças são definidas em grande parte por linhagens raciais como a órquica.

Os Povos Hostis são, em sua maioria, politeístas, isto é, acreditavam em mais de um Deus, e algumas divindades são elementos naturais com a água, a terra, o fogo, o vento e nebulosas e corpos celestes. A divindade também é atribuída às coisas que lhes causam medo.

Uma das características das crenças da maioria das raças hostis é sua predicação por sacrifícios. Algumas raças realizam sacrifícios em grande escala; algumas centenas em um dia só não é incomum. As vítimas são freqüentemente decapitadas ou esfoladas, e corações arrancados de vítimas vivas.

Segundo o mito orc – a mais conhecida raça hostil - no princípio, tudo era negro e morto. Os deuses se reuniram para discutir a quem caberia a missão de criar o mundo, tarefa que exigia que um deles teria que se jogar dentro de uma fogueira. O selecionado para esse sacrifício foi o deus da guerra Tecatl que se lança sem vacilar à fogueira, convertendo-se no universo.

Ainda assim, o universo continuava inerte e é era indispensável alimentá-lo para que se movesse. Então outros deuses decidiram sacrificar-se e dar a "água preciosa", necessária para criar o sangue necessário ao movimento do universo e para a criação das coisas vivas. Por isso os orcs são obrigados a recriar eternamente o sacrifício divino original.

Entre os desta raça os sacrifícios são conduzidos do alto de altas pirâmides construídas em seus mundos destroçados e o sangue escorre pelos degraus. Apesar da economia dos clãs orcs estar baseada principalmente no saque, eles acreditam que o bom termo de uma pilhagem depende da provisão regular do sangue dos sacrifícios. Por esse motivo durante as incursões orquicas sempre há guerreiros de posse de armas atordoantes cujo único objetivo é a captura de vitimas para seus sacrifícios rituais.

Cabe o adendo de que os Povos Hostis não praticam sacrifícios humanos por serem maus, mas sim porque acreditam que seus deuses gostam destes sacrifícios. No entanto estas práticas sacrificais é uma das principais causas destes povos se manterem a margem da outras civilizações galácticas.

Elfos e triceras preferem mantê-los afastados. Os anões, e basteth se aproximam somente daqueles cujas praticas xamanicas se assemelham as suas. Os goblins mantém relações com seus primos hobgoblins, que praticam uma versão mais rude e antiga da Snathana, cujos sacrifícios de seres racionais são esporádicos e desestimulados pelos goblins.

Missionários humanos tentam levar a fé cristã até estes povos, mas tirando a conversão de alguns indivíduos estas tentativas têm sido praticamente nulas. A única exceção é o clã orc Haradrim, do Sistema Estelar de Antioquia, que abraçou o cristianismo ainda durante o exodo humano.

Pronto! Essa foi para atender pedidos. Espero que tenham gostado e que estas informações sejam úteis em suas crônicas.
É isso!